Presidente da Junta de Freguesia de Belinho

  União de Freguesias de Belinho e Mar: órgãos eleitos tomam posse

A Junta e Assembleia da União de Freguesias de Belinho e Mar, no concelho de Esposende, saídas das últimas eleições autárquicas, tomaram posse no passado sábado, no salão nobre da sede da Junta de Freguesia de Belinho.

Manuel Eiras Martins Abreu, residente em Belinho, comerciante, de 54 anos de idade, eleito pelo PSD (Partido Social democrata), tomou posse como o primeiro presidente da Junta da União de Freguesias de Belinho e Mar, a norte do concelho de Esposende.

Por sua vez, José António Sampaio Brás Lima, de Mar, é o primeiro presidente da Assembleia de Freguesia da União. A cerimónia decorreu no salão nobre da freguesia de Belinho tendo assistido ao ato bastante público, para além dos vereadores recentemente eleitos, Maranhão Peixoto e Rui Pereira.

Nesta reunião procedeu-se à eleição dos vogais da Junta de Freguesia, tendo ficado constituída por António Manuel Amorim dos Santos (Cadete), como Tesoureiro e Manuel Filipe Marques Moreira, como Secretário.

De seguida, procedeu-se à eleição da Mesa da Assembleia da União de Freguesias de Belinho e Mar, a qual ficou constituída por José António Sampaio Brás Lima, Presidente; Miguel Ângelo Faria Azevedo, 1º Secretário; e Alfredo de Jesus dos Santos Cepa, 2º Secretário, todos eleitos pelo PSD, partido com maioria naquela União.

A Assembleia é constituída por seis eleitos pelo PSD, dois pelo PS e um pelo PCP-PEV. Após a eleição, o presidente da Assembleia em breves palavras, fez votos para que o mandato seja “pacífico” e “contribua para o desenvolvimento das duas freguesias”, referindo contar com a “compreensão de todos” para um bom trabalho.

Por sua vez, o novo presidente da União, Manuel Abreu, um veterano nas lides autárquicas já que esteve ligado à autarquia de Belinho nos últimos 20 anos, sendo que os primeiros quatro foi como secretário da então Assembleia de Freguesia e os restantes 16 como tesoureiro da junta, agradeceu à população a confiança depositada no último ato eleitoral e felicitou a Assembleia constituída.

Apelou a um trabalho “harmonioso” das freguesias, assim como à união entre todos tendo referido: “deixemos a política partidária de parte e vamos trabalhar em conjunto para satisfazer os anseios das populações”.

E para que fique claro que a harmonia e igualdade reinem entre as duas freguesias, Manuel Abreu rematou: “as pessoas merecem um tratamento igual e estou confiante num bom mandato.

A nossa grande aposta será na harmonia. Estou muito otimista”, adiantou o presidente.

A sede da União da Freguesia ficará instalada em Belinho, dados os serviços públicos que a Junta presta à população.

No final e a convite do presidente da Junta os eleitos da União de Freguesia s de Belinho e Mar visitaram o edifício da Junta de Freguesia de Mar, onde se inteiraram das instalações e dos serviços prestados.

Mapa de Belinho  

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Horario da junta

Obrigado Candido por esta dica Abraço

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A empresa Junta de Freguesia de Belinho situa-se na freguesia de Belinho, concelho de Esposende, distrito de Braga Web Site: Email: Contribuinte: NIF Junta de Freguesia de Belinho CAE: Codigo de Actividade Economica Junta de Freguesia de Belinho

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Feriado Municipal 15 de Agosto O concelho a que pertence esta localidade é composto por 15 freguesias Antas, Apúlia, Belinho, Curvos, Esposende, Fão, Fonte Boa, Forjães, Gandra, Gemeses, Mar, Marinhas, Palmeira de Faro, Rio Tinto, Vila Chã. Fotos de Belinho Se tem uma foto que mostra uma vista geral, uma paisagem ou um monumento significativo desta localidade,

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A Nossa Freguesia

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Sobre a Freguesia de Belinho:

Belinho é uma freguesia portuguesa do concelho deEsposende, com 7,37 km² de área e 2146 habitantes (censo 2001) perfazendo assim uma densidade demográfica de 291,2 hab/km² (2146:7,37=291,2)

Está situada a cerca de 7 Km da Cidade de Esposende, para Norte. Confina a Norte com Antas (S. Paio), a Nascente com Vila Chã, a Sul com Mar (S. Bartolomeu) e a Poente com o Oceano Atlântico. Tem por actividades económicas a agricultura e a transformação de granitos.

No campo geográfico distinguem-se duas zonas, bem diferentes. Uma, junto à encosta da arriba sobranceira ao mar, constituída por leiras de mato e alguns campos de cultivo assim como o principal núcleo urbano da freguesia e, a outra, tendo como linha divisória a estrada nacional 13, a poente, constituída pelas verdejantes «hortas» que, parafraseando Manuel de Boaventura,

são «faladas em todos os mercados e feiras minhotas». Como lugares principais salientamos Belinho, Igreja (Sanfins), Barros, Feital, Infesta, Caniço, Outeiro e Santo Amaro.

Povoação muito antiga, pertenceu à Casa de Bragança, a qual surgiu aquando do casamento do Infante D. Afonso, filho bastardo de D. João I, com D. Brites Pereira, filha única de Nuno Alvares Pereira.

O nome Belinho procede do genitivo Belini que, segundo alguns autores terá origem no nome próprio Belinus de origem romana.

Em 1135, D. Afonso Henriques faz arcebispo de Braga D. Paio Mendes e entrega-lhe a igreja de S. Felix de Belinho. Mais tarde, em 1220, D Afonso II faz inquirição a Belinho, que nessa época, se denominava "Sancto Felice de Belinho"e se afirmava «quod habet ibi dominus Rex XXXII casalia et medium, et dant omnes, sive habeant sive non, CCXXV modios de tritico ataleigados». Com D. Afonso III e nas Inquirições

de 1258, 1ª Alçada, diz-se que «el-rey ha XXXVII casaes… et todos desta vila sunt servizaes dei Rey e Mayordomo per si mesmos», neste documento chamava-se «Sancti Fiiz de Belino».

Em 1320, pertencendo ao arcediago de neiva chama-se "ecclesia Sancti Felicis de Belin" e, em 1140 "San Filz de Belinho".

No século XVI, em 1528, já anexada ao cabido de Braga, aparece com a designação de S. Finz de Veninho passando a ter, em 1749, a designação actual de S. Pedro Fins de Belinho.

Aquando da outorga da Carta Régia, que elevou Esposende à categoria de vila, em 1562, Belinho não pertencia ao termo de Esposende indo este somente até S. Bartolomeu do Mar. Em 1758, nas memórias paroquiais, diz-se que «esta freguezia he da Provincia de entre-douro-e-minho, comarca do Arcebispado Primaz de Braga, termo da vilia de Barceilos aonde pertence».

Tem como Padroeiro (ou Orago) São Pedro- Ad-Vincula / Fins de Belinho que se venera na Igreja Paroquial.

A Igreja paroquial (que celebrou o seu 1º centenário em 31 de Agosto de 1997) é imponente e está cercada por uma balaustrada em granito possuindo, à entrada do seu adro, um belo cruzeiro.

O templo possui uma fachada bastante alta salientando-se uma emoldurada janela encimada por um nicho que sustenta a imagem, esculpida em granito, de S. Pedro.

Na sua frontaria está gravada uma data, codificada, que corresponde a 13 de Agosto de 1897. Esta construção datada daquela época, substituiu uma outra situada a Nascente, no sopé do monte. O cruzeiro, atrás referido, tem a data de 1677.

Como datas históricas ligadas ao culto nesta freguesia, salientamos a visita do Arcebispo D. Frei Caetano Brandão, em 1792, e já antes, em 1716, foi instituída, na Igreja Paroquial, a Ordem Terceira de S. Francisco.

Quando visitou esta freguesia, D. Frei Caetano Brandão, ficou impressionado com a religiosidade dos seus moradores escrevendo «o Povo deste lugar e dos circunvisinhos mui docil, devoto, frequente na igreja, e ouvindo as instruções eclesiásticas com hum edificantismo».

Imagem de Nossa Senhora da Guia

No cimo do monte da Guia,está a capelinha onde se venera a Senhora da Guia.

O escadório que dá acesso a esta capela, e que conta com 383 degraus, foi iniciado em 1990 tendo sido finalizado há poucos anos.

É da tradição oral que no tempo das invasões de bárbaros e muçulmanos, o povo cristão desta zona ter-se-ia refugiado neste monte levando consigo uma imagem de Nossa Senhora da Guia, que teriam escondido numa destas fragas.

No local onde hoje se ergue esta capela teria, então, existido em tempos, um nicho de alminhas com a imagem desta santa. Atendendo a que este local não oferecia as melhores condições para o seu culto, a paróquia teria então decidido erigir uma capela, cujas obras se iniciaram em 1972 por iniciativa do pároco Manuel José da Costa Leal. Finalizada a construção no ano de 1974, esta capela

viria a ser benzida a 19 de Maio desse ano, tendo então até à data sofrido algumas obras com vista ao seu melhoramento e conservação. O lampião de azeite que existia na parte poente servia de ponto de orientação aos navegantes que passavam ao largo da costa.

Local de peregrinação arciprestal, o monte da Guia oferece um local no qual se pode observar um lindíssimo panorama sobre o mar.

A esta capela está ligado um velho culto relacionado com as pedras que a circundam e que se refere, aliás como em muitas outras regiões, e por outros motivos, ao poder mágico-divino das pedras procedendo desta ou daquela maneira para obter este ou aquele favor.

Existem localidades onde a pedra do adro tem dons sobre a fertilidade das mulheres estéreis, que sobre esta deviam escorregar (esta prática foi proibida no século XVII nas constituições sinodais de Braga) mas, em Belinho, a paga de alguma promessa era feita, ora pintando de branco um dos penedos ao redor da capela, ora, se a promessa fosse grande, pintando todos os penedos existentes.

Hoje em dia são os próprios festeiros a «enfeitar» o local caiando de branco, embora o façam inconscientemente estou certo, como reminiscência do velho culto das pedras.

A gruta do "monge jóia", também designada como "penedo do cabreiro", é uma pequena gruta natural que se encontra junto a um enorme penedo nas proximidades da capela de Nossa Senhora da Guia. É da tradição oral que ali teria vivido no século XIX um monge que no inverno se deslocaria para Lisboa vendendo cautelas na capital e regressando a este local no verão.

Acede-se a esta pequena gruta através de uma diminuta entrada, podendo

observar-se no seu interior três imagens de Nossa Senhora.

Outra capela situada a norte da freguesia de devoção de Santo Amaro, foi no ano de 2007 guarnecida de vitrais assim como feita obras de arranjo do espaço envolvente.

Manuel de Boaventura recolheu, nesta localidade, uma lenda interessante que se relaciona com Santo Amaro e com o caçador de Belinho.

Diz a lenda que este caçador, outrora noviço no convento de S. Romão do Neiva, teria partido as pernas, algures no monte sobranceiro a Belinho.

Gritava mas ninguém o ouvia até que, desfalecido, adormeceu.

Durante a sua sonolência alguém lhe tocou — diz a lenda ter sido a asa de uma andorinha — acordando-o.

Subitamente depara com uma figura trajando as vestes da Ordem de S. Bento que lhe diz para se levantar. Conseguiu-o fazer o que considerou milagre.

Para agradecer esta prece dirigiu-se ao convento, onde então tinha sido noviço, e ajoelhou junto de Santo Amaro.

Curioso, pensava ele, a figura que no monte o curou tinha as mesmas feições daquela do altar.

Correndo até Belinho contratou um mestre canteiro para erguer uma capelinha no local do desastre e, tempos depois, o próprio abade do Convento de S. Romão do Neiva a benzia e oferecia a imagem de Santo Amaro que então existia no seu convento e aos pés da qual o caçador ajoelhou.

Uma outra capela, actualmente em ruínas, e de estilo barroco, situa-se no lugar da Boavista e é de devoção de S. João. Pela sua localização e arquitectura dá a impressão de tratar-se de um local contemplativo sem porta de entrada e com bancos de pedra para quem quisesse ao mesmo tempo que rezava contemplar o mar. Está anexa a uma casa senhorial, também muito arruinada. Possui uma abóbada em granito e a porta é

constituída por um grande arco não se notando sinais de portadas.

No seu interior existem bancos de pedra, dispostos lateralmente, e, como altar, um nicho onde estaria a imagem do patrono. A servir de base a este nicho está uma «carranca» que vertia água para uma pia em forma de concha. A data desta capela poderá deduzir-se de uma inscrição aí existente que diz o seguinte: Ano de MDCCXXXV MIGUEL ARANHA PITA INCT. Refira-se que no exterior desta capela existe um sarcófago em granito, sem tampa.

Esta localidade apresenta, no tocante à arqueologia, vestígios de civilizações remotas. Rumando até à Pré-História encontramos uma importante jazida de onde foram recolhidos inúmeros instrumentos líticos atribuíveis ao asturiense.

Do período pré-romano e romano são de registar o castro de Sanfins (Cova da Bouça) que apresenta ainda vestígios de construções circulares bem como de muralhas de defesa.

No futuro acesso ao escadório da Senhora da Guia encontramos as “Fontes do Calvário” um fontanário secular que foi restaurado em 2006 que contém um conjunto de tanques e quedas de água de inigualável valor arquitectónico. Lugar esplêndido para a realização de eventos culturais.

Festas e romaria:

S. Pedro (1 de Agosto)

S. Amaro (durante quatro domingos a seguir a quinze de Janeiro)

Procissão de visita aos enfermos (Domingo da Pascoela)

Procissão do Senhor dos passos e Senhora da Guia (Maio)

Colectividades:

Centro social da juventude de Belinho

Centro de Educação e Formação Musical de Belinho

Cooperativa Agrícola de Belinho

Locais de interesse:

Praia

Monte da Guia (escadório)

Monte do Castro

Cividade de Belinho

Igreja Paroquial

Capela da Senhora da Guia

Capela de Santo Amaro

Fontes do calvário

Capelinhas da Procissão dos Passos

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